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ESPETÁCULO O GRANDE CERIMONIAL  ESTRÉIA NO TEATRO AUGUSTA

Texto inédito, do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal, narra a história de Cavanosa e suas relações contraditórias com sua mãe, mulheres e bonecas. Montagem do Teatro Kaus, tem direção de Reginaldo Nascimento

 

Fotos: Bob Sousa

Texto inédito no Brasil, a peça O GRANDE CERIMONIAL, do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal, estréia dia 12 de maio, quarta-feira, às 21h, no TEATRO AUGUSTA, Sala Experimental. Peça narra a história de Cavanosa e suas relações contraditórias com sua mãe, mulheres e bonecas. Montagem do Teatro Kaus, tem direção de Reginaldo Nascimento, que em agosto passado trouxe a São Paulo o dramaturgo Fernando Arrabal.

O GRANDE CERIMONIAL narra a história de Cavanosa, um Casanova as avessas que todas as noites seduz uma mulher e a leva a seu quarto onde estabelece o cerimonial: um rito tresloucado de amor, que não passa de um projeto, uma fantasia extraída de seus sonhos. O Cerimonial acontece quando Cavanosa encontra a Mulher-menina, a pureza profana que com ele irá desbravar o mundo. Uma história de amor às avessas, levada às últimas conseqüências

 

A peça traz para cena o mundo claustrofóbico do autor e estabelece um jogo permanente entre o belo e o grotesco, a vida e a morte, o sonho e a realidade, a fantasia e os pesadelos, de cinco personagens: Cavanosa, A Mãe, Sil, O Amante e Lis. “Revelamos na montagem um pouco do universo de Arrabal, vestido com as cores da ciência, da filosofia, da rebelião, do humor, do sofrimento, do amor e da imaginação sem limites”, afirma o diretor Reginaldo Nascimento.

 

“Na concepção do espetáculo optamos por uma linguagem híbrida que transita com o teatro da absurdidade, o surrealismo e o expressionismo. Procurei despertar no trabalho com os atores um estado absurdo, busquei construir interpretações fortes, trabalhadas numa partitura física que apresenta uma gestualidade bem definida para ampliar as possibilidades de comunicação num espetáculo onde o não olhar amplia a capacidade de ver de fato quem somos e para onde vamos”, finaliza o diretor.

 

Reginaldo Nascimento assina o cenário, sonoplastia e figurino, este último em parceria com Anelise Drake. A cenografia delimita o espaço do sonho surrealista com signos como o carrinho de criança e outros objetos. As bonecas que compõem o cenário foram criadas pela artista plástica Suzy Gheler. A trilha sonora é composta de melodias desconexas que desenham as nuances da peça. Os figurinos transitam com a fantasia, com cores fortes, nos remetendo as histórias infantis. A iluminação, de Vanderlei Conte, aposta nas penumbras e sombras, criando uma atmosfera expressionista. A preparação corporal é de Mônica Granndo.

 

Fernando Arrabal: Escritor, dramaturgo e cineasta, nascido no Marrocos espanhol em 1932, atualmente mora em Paris. Controvertido, cultiva uma estética irreverente tanto na sua obra como nas suas aparições públicas. Recebeu o reconhecimento internacional pela sua obra narrativa (onze novelas), poética (numerosos livros ilustrados por Amat, Dalí, Magritte, Miotte, Saura, entre outros), dramática (numerosas obras de teatro publicadas em dezenove volumes) e cinematográfica (seis longas-metragens). Autor de mais de 70 peças teatrais, entre elas: Fando e Lis, Guernica, A Bicicleta do  condenado,  O triciclo, O cemitério de automóveis, O Arquiteto e o Imperador da Assíria, A Oração, Uma Tartaruga chamada Dostoiëwsky, O Jardim das Delícisa, O  labirinto,  entre outras. Arrabal não é só o autor espanhol mais encenado no mundo, quanto também um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vivem e produzem. Na década de Sessenta, depois de permanecer três anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Roland Topor e Jodorowsky, cria o Movimento Pânico, cujo manifesto expressava a intenção de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerimônia como forma de expressão. Seu Teatro Pânico, que ele mesmo qualifica como presidido pela confusão, o humor, o terror, o azar e a euforia, está baseado na busca formal, tanto espacial como gestual, e na incorporação de elementos surrealistas na linguagem.

 

Reginaldo Nascimento: Ator e Diretor Teatral em constante atividade desde 1990. É fundador e diretor há 11 anos do TEATRO KAUS CIA EXPERIMENTAL. Participou de diversos cursos de formação e aprimoramento com diversos e importantes profissionais. Desde 1993 se dedica especificamente a Direção Teatral  e a pesquisa do teatro de grupo, tendo assinado a direção de mais de 20 espetáculos entre eles: Infiéis, de Marco Antonio de la Parra, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Edílio Peña, Pigmaleoa, de Millôr Fernandes, Cala a Boca Já Morreu, de Luís Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Oração para um pé de chinelo, ambas de Plínio Marcos, entre outros. Vêm realizando desde 1994, várias oficinas e cursos em prefeituras, secretarias de cultura e instituições privadas pelo interior do Estado, na capital e outros estados. Organizou e Editou o Livro CADERNOS DO KAUS “O Teatro na América Latina”. Em agosto de 2009 idealizou e executou juntamente com o Grupo Kaus e em parceria com o Instituto Cervantes a Mesa de Debates Um Certo Arrabal, evento que trouxe a São Paulo  o Dramaturgo Fernando Arrabal, um dos mais importantes da cena Mundial.

 

Teatro Kaus Cia. Experimental: Radicado em São Paulo desde outubro de 2001, o Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro foi criado em dezembro de 1998, na cidade de São José dos Campos, pelo ator e diretor Reginaldo Nascimento e pela atriz e jornalista Amália Pereira. Na capital paulista, a Cia. encenou as peças A Revolta, do argentino Santiago Serrano (2007), El Chingo, do venezuelano Edilio Peña (2007), Infiéis, do chileno Marco Antonio de la Parra (2006/2009), Vereda da Salvação, de Jorge Andrade (2005/2004) e Oração para um pé de chinelo, de Plínio Marcos (2002). Em fevereiro de 2007, o Teatro Kaus estreou o Repertório do Kaus, no Centro Cultural São Paulo, onde ficou em cartaz com os espetáculos El Chingo, A Revolta e Infiéis. Participou em Julho de 2007 como convidado do XVIII Temporales Internacionales de Teatro, em Puerto Montt e da Lluvia de Teatro de Valdivia, ambas no Chile, apresentando o Espetáculo A Revolta, realizando três apresentações, com o texto original em espanhol. Em novembro de 2007, lançou o livro Cadernos do Kaus – O Teatro na América Latina, um registro documental sobre todas as ações do projeto Fronteiras – O Teatro na América Latina, realizado pelo grupo durante o ano de 2006 e 2007, em parceria com o Instituto Cervantes e beneficiado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Em 2008, fez temporadas no Centro Cultural da Juventude com as peças El Chingo e Infiéis. Em 2009, realizou temporada da peça Infiéis, no Teatro X, onde participou também do evento Festa do Teatro. Em novembro de 2009, participou no SESC SANTANA, do evento Experiência Cênica, que teve como foco a obra do dramaturgo e cineasta espanhol Fernando Arrabal. A Programação contou com leitura de textos, exibição de filme, palestras com Alexandre Mate e Jefferson Del Rios e oficina com Reginaldo Nascimento, idealizador do evento, além de ensaio aberto da peça O Grande Cerimonial.  

 

Para Roteiro

O GRANDE CERIMONIAL – Estréia dia 12 de maio de 2010, quarta-feira, às 21h. Texto: Fernando Arrabal. Direção: Reginaldo Nascimento. Com o Teatro Kaus Cia Experimental. Elenco: Alessandro Hernandez, Amália Pereira, Deborah Scavone e Alessandro Hanel. Duração: 100 minutos. Recomendação: 14 anos. Ingressos: R$30,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto). Quartas e quintas, às 21h. Até 1 de julho.

TEATRO AUGUSTA - SALA EXPERIMENTAL – Rua Augusta, 943 – Cerqueira César, tel: 3151-4141. Capacidade 50 lugares. Bilheteria funciona de quarta a domingo, a partir das 15 horas. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Estacionamento ao lado. Café.

 

 

(Amália Pereira – abril/2010)

Assessoria de Imprensa

Amália Pereira - MTB: 28545 

(11) 3159-1822 / (11) 9762-5340

amaliapereira@terra.com.br

 

 

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PROJETO UM CERTO ARRABAL

 

        Um dos dramaturgos mais encenados da história e em plena produtividade, o espanhol Fernando Arrabal, esteve  em São Paulo, dia 10  e 11 de agosto de 2009, para participar da mesa de debates Um Certo Arrabal. O  Autor veio a convite do diretor Reginaldo Nascimento, do Teatro Kaus Cia. Experimental. A vinda de Arrabal foi viabilizada em parceria com o INSTITUTO CERVANTES de São Paulo, onde aconteceu o evento. Além de Fernando Arrabal, participam da mesa o dramaturgo e diretor Wilson Coêlho, um dos principais tradutores da obra de Arrabal no Brasil, o crítico Jefferson Del Rios e o pesquisador Sebastião Milaré. “Para brindar as pesquisas que o grupo vem realizando há quase um ano sobre as obras do Arrabal, fizemos esta mesa de debates para compartilhar com o público paulistano a genialidade deste que é um dos grandes dramaturgos do teatro mundial”. 

Veja Algumas Fotos

 

 

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FERNANDO ARRABAL PARTICIPA DE DEBATE EM SÃO PAULO

 Dramaturgo espanhol participa da mesa de debates Um Certo Arrabal, que acontece no Instituto Cervantes. Evento é idealizado pelo diretor Reginaldo Nascimento, do Teatro Kaus Cia. Experimental  

Um dos dramaturgos mais encenados da história e em plena produtividade, o espanhol Fernando Arrabal, estará em São Paulo, dia 10 de agosto, para participar da mesa de debates Um Certo Arrabal. Autor vem a convite do diretor Reginaldo Nascimento, do Teatro Kaus Cia. Experimental, que está produzindo a peça O Grande Cerimonial, texto do dramaturgo espanhol. A vinda de Arrabal está sendo viabilizada em parceria com o INSTITUTO CERVANTES de São Paulo, onde acontece o evento.

Além de Fernando Arrabal, participam da mesa o dramaturgo e diretor Wilson Coêlho, um dos principais tradutores da obra de Arrabal no Brasil, e o crítico e pesquisador Sebastião Milaré. “Para brindar as pesquisas que o grupo vem realizando há quase um ano sobre as obras do Arrabal, faremos esta mesa de debates para compartilhar com o público paulistano a genialidade deste que é um dos grandes dramaturgos do teatro mundial”, afirma o diretor e idealizador do evento Reginaldo Nascimento. 

A mesa de debates está inserida nas atividades do novo projeto do Teatro Kaus, Um Certo Arrabal, que propõe um profundo trabalho de investigação de linguagem e estética a partir das obras do dramaturgo Fernando Arrabal. Este encontro faz parte da proposta do grupo de estabelecer o diálogo com autores representativos da história do teatro contemporâneo. O objetivo é a manutenção dos debates públicos como forma de aprendizado, difusão, divulgação e intercâmbio de idéias e propostas cênicas.  

“O Instituto Cervantes de São Paulo está muito honrado em receber uma das grandes figuras do universo teatral contemporâneo, além de poeta, novelista e cineasta”, afirma o diretor do Instituto Cervantes de São Paulo Pedro Benítez. A parceria firmada com o Instituto Cervantes para a realização do Projeto Fronteiras, trabalho anterior do grupo sobre a dramaturgia latino americana, está sendo retomada neste evento, o que tornou viável a vinda do dramaturgo e dos demais convidados. O grupo, que está trabalhando há um ano e meio sem nenhum apoio ou subsídio, busca no momento recursos financeiros para consolidação do projeto Um Certo Arrabal, que incluí, entre varias ações, a montagem da peça O Grande Cerimonial.

Fernando Arrabal – Fernando Arrabal nasceu em Melilla (Espanha, antigo Marrocos espanhol) em 1932. Completou seus estudos de direito em Madri, mas vive na França desde 1954 e escreve em francês. O mundo de Arrabal tira o seu absurdo não do desespero filosófico que tenta descobrir os segredos do ser, mas do fato de que seus personagens vêem a situação humana com uma simplicidade infantil. Como as crianças que são às vezes cruéis por­que não conseguiram entender a existência de uma lei moral, como as crianças eles sofrem com a crueldade do mundo num sofrimento desprovido de sentido.  Recebeu o reconhecimento internacional pela sua obra narrativa (onze novelas), poética (numerosos livros ilustrados por Amat, Dalí, Magritte, Miotte, Saura, entre outros), dramática (numerosas obras de teatro publicadas em dezenove volumes) e cinematográfica (seis longas-metragens). Fernando Arrabal não é só o autor espanhol mais encenado no mundo, como também um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vive e produz. Na década de 60, depois de permanecer três anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Topor e Jodorowsky, cria o Movimento Pânico, cujo manifesto expressava a intenção de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerimônia como forma de expressão.

 Sebastião Milaré – Crítico e pesquisador de teatro. Curador de Teatro do Centro Cultural São Paulo. Autor de Antunes Filho e a Dimensão Utópica (Perspectiva, 1994); A Batalha da Quimera – Renato Vianna e o Modernismo Cênico Brasileiro (FUNARTE, no prelo); Hierofania - O Teatro Segundo Antunes Filho (Edições SESC, no prelo); O Teatro dos Sete Povos Losófonos (organização e apresentação do Teatro Brasileiro, CCSP, SMC, 1998), A Trupe Futurista Conta o Bumba-Meu-Boi Modernista (peça teatral comemorativa dos 70 anos da Semana de Arte Moderna, direção de Gilberto Gawronski, Centro Cultural Banco do Brasil, RJ, 1992); A Solidão Proclamada (peça teatral adaptada para coreografia e dirigida por Sandro Borelli, Teatro da Cultura Inglesa, SP, 1998). Dramaturgista do espetáculo Quem Come Quem, direção de Stephan Stroux, com atores e músicos dos sete países de língua portuguesa (Teatro Gil Vicente, Coimbra, 2000). Rorteirista da série O Teatro Segundo Antunes Filho  stv, 2002) e do programa Teatro e Circunstância (SESCTV, 2009). Vem colaborando em diversas publicações do Brasil e do exterior, destacando: Revista Artes (São Paulo), Revista USP, Travessia (editora da UFSC), Bravo, O Estado de S. Paulo, Diógenes - Anuário Crítico del Teatro Latino-americano (EEUU), Conjunto (Casa das Américas, Cuba), Revista Teatro Celcit (Argentina), Humbodt (Alemanha), Sete Palcos (Portugal), Primer Acto (Espanha); Mindelact Teatro em Revista (Cabo Verde), BT-Bijutsu Techo (Japão).

Wilson Coêlho: Poeta, dramaturgo, escritor, tradutor, palestrante, articulista e encenador graduado em Filosofia e Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal do Espírito Santo, auditor real do Collége de Pataphysique de Paris. É professor universitário e desenvolve projeto de implantação de filosofia e ciências sociais na educação infantil e ensino fundamental. Atualmente é coordenador de teatro do Curso de Qualificação Profissional na Escola de Teatro e Dança FAFI. Tem 16 livros publicados, além de críticas, artigos literários e acadêmicos em diversas revistas nacionais e internacionais. Tem 19 espetáculos montados com o Grupo Tarahumaras de Teatro, com participação em festivais e seminários de teatro no país e no exterior, como Espanha, Chile, Argentina e Cuba, ministrando palestras e oficinas. Também participou como jurado em concursos literários e festivais de música. Entre 2007 e 2009, no Projeto "Leituras em Cena", promovido pelo SESC, ministrou oficinas de dramaturgia em 9 estados brasileiros, deixando diversas "leituras” junto aos grupos locais, além de participar em  mesas redondas para uma discussão sobre a obra do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal,  que tem sido objeto de sua pesquisa e tradução sobre o teatro atual.  

Teatro Kaus Cia. Experimental Radicado em São Paulo desde outubro de 2001, o Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro foi criado em dezembro de 1998, na cidade de São José dos Campos, pelo ator e diretor Reginaldo Nascimento e pela atriz e jornalista Amália Pereira. Na capital paulista, a Cia. encenou as peças A Revolta, do argentino Santiago Serrano (2007), El Chingo, do venezuelano Edilio Peña (2007), Infiéis, do chileno Marco Antonio de la Parra (2006/2009), Vereda da Salvação, de Jorge Andrade (2005/2004) e Oração para um pé de chinelo, de Plínio Marcos (2002). Em fevereiro de 2007, o Teatro Kaus estreou o Repertório do Kaus, no Centro Cultural São Paulo, onde ficou em cartaz com os espetáculos El Chingo, A Revolta e Infiéis. Em julho de 2007, a Cia. levou o espetáculo A Revolta para o Chile, realizando três apresentações, com o texto original em espanhol. Em novembro de 2007 lançou o livro Cadernos do Kaus – O Teatro na América Latina, um registro documental sobre todas as ações do projeto Fronteiras – O Teatro na América Latina, realizado pelo Teatro Kaus Cia. Experimental durante o ano de 2006 e 2007, em parceria com o Instituto Cervantes e beneficiado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Em 2008, fez temporadas no Centro Cultural da Juventude com as peças El Chingo e Infiéis. Em 2009, realizou temporada da peça Infiéis, no Teatro X, onde participou também do evento Festa do Teatro.  

Instituto CervantesCriado em 1991, em Madri, o Instituto Cervantes completa, em 2009, 18 anos e é uma instituição oficial e sem fins lucrativos sob a tutela do Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha. Presente com 72 centros em 40 países do mundo, sua finalidade é a de difundir a língua e a cultura dos países hispânicos e participar na promoção de intercâmbios culturais no mundo inteiro. O Brasil é o país com o maior número de Institutos no mundo, sendo noves centros em: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

MESA DE DEBATES UM CERTO ARRABAL

Dia 10/8, segunda-feira, às 19h30

Convidados: Fernando Arrabal (Dramaturgo espanhol), Wilson Coêlho (Pesquisador)

Mediador:  Sebastião Milaré (Pesquisador)

INSTITUTO CERVANTES – Avenida Paulista, 2439 (metrô Consolação) – Consolação, tel: 3897-9609. Capacidade 100 lugares. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Entrada franca.

  (Amália Pereira – julho/2009)  - Assessoria de Imprensa  - - MTB: 28545 

(11) 3159-1822 / (11) 9762-5340  - amaliapereira@terra.com.br  

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 ESPETÁCULO INFIÉIS REESTRÉIA NO TEATRO X 

Escrito pelo dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra, texto entrecruza memórias emocionais de dois casais  para discutir a infidelidade humana. Com direção de Reginaldo Nascimento, espetáculo é encenado pelo Teatro Kaus Cia Experimental

         O espetáculo INFIÉIS, do dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra, reestréia dia 2 de abril, quinta-feira, às 21h, no TEATRO X.  O texto, escrito em 1988, entrecruza memórias emocionais de dois casais para discutir a infidelidade humana. Com direção de Reginaldo Nascimento e tradução de Hugo Villavicenzio, a montagem, é encenada pelo Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro. Esta é a quinta temporada da peça desde sua estréia, em 2006.

          INFIÉIS apresenta quatro personagens, os casais Felipe e Daniela e Andréia e Carlos, aprisionados no labirinto de suas memórias. A narrativa transcorre em tempo e espaços permanentemente desconstruídos. Sentimentos universais de amor, ciúme e competição, agravados pelos traumas deixados pelo regime militar chileno, estão presentes na obra, que fala não só da infidelidade de casal, mas da traição a si mesmo, aos sonhos, princípios e ideais.

Felipe e Andréia, namorados no passado, tentam retomar aquela relação para desfazê-la depois de algum tempo. A peça mostra a condição do sujeito imerso na natureza emocional de si mesmo. Ambientado em um local não definido e formando um labirinto de camas que são feitas e desfeitas, INFIÉIS parte da vida, das circunstâncias cotidianas e expõe ao público o embate psicológico, emocional e físico destas personagens enclausuradas na dor das infidelidades.

“Busco traçar um jogo dentro do labirinto de camas, onde sonho e pesadelo dormem juntos e os personagens estão aprisionados numa atmosfera de dor e angústia. Mantenho o olhar profundamente voltado ao ator, que permanece em cena durante todo o tempo da peça, construindo e desconstruindo ambientes, situações e narrativas reais e irreais, que transitam do dramático ao épico”, conta o diretor Reginaldo Nascimento.

O cenário, de Reginaldo Nascimento, que também assina a sonoplastia, é composto por sete camas, que formam um labirinto. Os figurinos, assinados pelo Teatro Kaus, apresentam roupas que transitam entre o realismo e a desconstrução. A iluminação, de Vanderley Conte, acentua o labirinto e cria a atmosfera do que é real e dos momentos de lembranças. A trilha sonora traz sons, ruídos e músicas mescladas, que vão do clássico ao rock.

A peça estreou em janeiro de 2006, no Centro Cultural São Paulo, Sala Paulo Emílio Salles Gomes, no mesmo ano ficou em cartaz no Teatro Sergio Cardoso, Sala Paschoal Carlos Magno e se apresentou nos SESCs do interior de São Paulo. Em 2007, reestreou no Centro Cultural São Paulo, Sala Jardel Filho e participou do Festival de Teatro de Piracicaba. Em 2008, fez temporada no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo.

Marco Antonio de La Parra – Nasceu em Santiago do Chile em 1952. Dramaturgo, médico e escritor, é membro da Academia de Belas Artes do Instituto do Chile desde 1997. Seus textos são montados nas cenas chilena, americana e européia como atestam o Prêmio Latino Americano de teatro de Nova Yorque (1979), o do Festival de Cádiz (1988), de Colline (1990) e de Avigon em 1994 e 1999. Foi membro fundador, em 1987, do Teatro da Paixão Inextinguível, ao qual continua vinculado. Professor de dramaturgia em diferentes universidades e Instituições, tendo exercido entre 1992 e 1993, a direção da oficina de dramaturgia do Centro de Novas Tendências Cênicas do Ministério da Cultura Espanhol. Escreveu, entre outras peças teatrais, O Cru, o Cozido e o Podre; A Secreta Obscenidade de Cada dia; A Vida Privada; La Puta Madre; King Kong Palace e Continente Negro. 

Reginaldo Nascimento – Ator, diretor e arte educador, dirigiu, entre outras peças, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Edilio Pena, Infiéis, de Marco Antonio de la Parra, Pigmaleoa, de Millôr Fernandes, Cala a Boca Já Morreu, de Luís Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Oração para um pé de chinelo, ambas de Plínio Marcos; O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna; O Cocô do Cavalo do Bandido, de Chico de Assis; Elogio à Loucura, de Erasmo de Rotterdan; Palhaços, de Timonchenco Wehbi e As Desgraças de Uma Criança, de Martins Pena. Como arte-educador, realiza várias oficinas e cursos pelo interior do Estado e na capital.  

Teatro Kaus Cia Experimental Radicado em São Paulo desde outubro de 2001, o Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro foi criado em dezembro de 1998, na cidade de São José dos Campos, pelo ator e diretor Reginaldo Nascimento e pela atriz e jornalista Amália Pereira. Na capital paulista, a Cia encenou as peças A Revolta, do argentino Santiago Serrano (2007), El Chingo, do venezuelano Edilio Peña (2007), Infiéis, do chileno Marco Antonio de la Parra (2006/2009), Vereda da Salvação, de Jorge Andrade (2005/2004) e Oração para um pé de chinelo, de Plínio Marcos (2002). Em fevereiro de 2007, o Teatro Kaus estreou o Repertório do Kaus, no Centro Cultural São Paulo, onde ficou em cartaz com os espetáculos El Chingo, A Revolta e Infiéis. Em julho de 2007, a Cia. levou o espetáculo A Revolta para o Chile, realizando três apresentações, com o texto original em espanhol. Em novembro de 2007 lançou o livro Cadernos do Kaus – O Teatro na América Latina, um registro documental sobre todas as ações do projeto Fronteiras – O Teatro na América Latina, realizado pelo Teatro Kaus Cia Experimental durante o ano de 2006 e 2007, em parceria com o Instituto Cervantes e beneficiado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Em 2008, fez temporadas no Centro Cultural da Juventude com as peças El Chingo e Infiéis.

INFIÉISReestréia dia 2 de abril de 2009, quinta-feira, às 21h. Texto: Marco Antonio de La Parra. Tradução: Hugo Villavicenzio. Direção: Reginaldo Nascimento. Com o Teatro Kaus Cia Experimental. Elenco: Robson Raga, Amália Pereira, Maritta Cury e Ângelo Coimbra. Duração: 1h20 minutos. Recomendação: a partir de 14 anos. Ingressos: R$20,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto). Quintas-feiras, às 21h. Até 28 de maio 

TEATRO X – Rua Rui Barbosa, 399  -  Bela Vista, tel: 3283-2780. Capacidade 100 lugares. Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Acesso para deficientes. Estacionamento conveniado a R$ 8,00 na Rui Barbosa, 347. Café.

 (Amália Pereira – fevereiro/2009) - Assessoria de Imprensa

Amália Pereira - MTB: 028545 - (11) 3159-1822 / (11) 9762-5340 - amaliapereira@terra.com.br

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NOTICIAS ANTERIORES

 

TEATRO KAUS ENCERRA PRIMEIRA EDIÇÃO DO PROJETO FRONTEIRAS COM LANÇAMENTO DE LIVRO E APRESENTAÇÃO DOS ESPETÁCULOS DA CIA

 

O Teatro Kaus Cia Experimental lança o livro CADERNOS DO KAUS – O TEATRO NA AMÉRICA LATINA, dia 5 de novembro, segunda-feira, às 20h, no Instituto Cervantes.  O livro, editado pela Scortec Editora, é um registro documental sobre todas as ações do projeto Fronteiras – O Teatro na América Latina, realizado pelo Teatro Kaus Cia Experimental durante o ano de 2006 e 2007, em parceria com o Instituto Cervantes e beneficiado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

 

No dia do lançamento haverá uma mesa redonda sobre As Fronteiras do Teatro na América Latina, com a presença da investigadora teatral cubana, residente no México, Ileana Diéguez, do dramaturgo argentino Santiago Serrano, do diretor do Teatro Kaus Reginaldo Nascimento e do crítico e pesquisador teatral brasileiro Sebastião Milaré, que fará a mediação. Serão publicados dois mil exemplares do livro, distribuídos gratuitamente para escolas de teatro, bibliotecas, grupos, centro culturais e outras entidades.

 

Dentro da programação de encerramento da primeira edição do projeto, o Teatro Kaus também apresenta as peças El Chingo, do dramaturgo venezuelano Edilio Peña, e A Revolta, do dramaturgo argentino Santiago Serrano, ambas com direção de Reginaldo Nascimento. A curta temporada dos espetáculos, que acontece de 26 outubro a 4 de novembro, no Teatro União Cultural, é uma parceria da União Cultural com o Instituto Cervantes  .

 

CURTA TEMPORADA DO TEATRO KAUS NO TEATRO UNIÃO CULTURAL
Dias 26, 27 e 28 de outubro   -  Espetáculo El Chingo

Sinopse: Escrita em 1991, a peça expõe de forma ácida o confronto entre dois seres que buscam um no outro motivações para representar personagens da realidade, no sentido de purificarem e/ou se redimirem de culpas e supostos erros cometidos no passado. Solidão, angústia e sonho se misturam num jogo instigante entre O Fanho Imaginário e sua realidade.

Texto: Edilio Peña. Tradução: Sebastião Milaré. Direção: Reginaldo Nascimento. Com o Teatro Kaus Cia Experimental. Atores: Robson Raga e Djalma de Lima. Duração: 70 minutos. Recomendação: 14 anos. Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (idosos, classe teatral e estudantes com carteirinha). Sexta, às 21h30. Sábado, às 21h. Domingo, às 20h.

 

Dias 2, 3 e 4 de novembro  - Espetáculo A Revolta

Sinopse: Escrita em 1984, o texto se desenvolve num âmbito rural, atemporal. A peça esmiúça a questão humana, escancarando a olhos nus a dor de um povo que vive da luta, criando revoluções para fazer valer direitos e propriedades adquiridas ao longo da vida e expropriadas pelos mais fortes, detentores do capital e do poder político. Embates psicológicos, confrontos ideológicos, incertezas, traições, amor e morte. A tragédia de mais uma revolução falida.

Texto: Santiago Serrano. Tradução: Airton Dantas. Direção: Reginaldo Nascimento. Com o Teatro Kaus Cia Experimental. Atores: Amália Pereira, Maritta Cury, Gisele Porto, Antonio Ranieri e Adriana Cubas. Duração: 80 minutos. Recomendação: 14 anos.  Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (idosos, classe teatral e estudantes com carteirinha). Sexta, às 21h30. Sábado, às 21h. Domingo, às 20h.

 

TEATRO UNIÃO CULTURAL – Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso, tel.: (11) 2148-2904. Capacidade 270 lugares. Bilheteria funciona de quarta a domingo. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Café. Estacionamento conveniado na Rua Teixeira da Silva, 560, a R$10,00. Venda de ingressos na bilheteria ou por meio da Bilheteira.com, te.l: (11) 3038-6698 ou site: www.bilheteira.com  

 

 

LANÇAMENTO DO LIVRO CADERNOS DO KAUS – O TEATRO NA AMÉRICA LATINA 

 

Dia 5/11, segunda-feira, às 20h

Lançamento do livro Cadernos do Kaus – O Teatro na América Latina

Debate As Fronteiras do Teatro na América Latina

Palestrantes: Ileana Diéguez (Investigadora Teatral / Cuba-México), Santiago Serrano (Dramaturgo/ Argentina) e Reginaldo Nascimento (Diretor/Brasil)

Mediador:  Sebastião Milaré (Pesquisador/Brasil)

 

 

INSTITUTO CERVANTES – Avenida Paulista, 2439 (metrô Consolação) – Consolação, tel.: (11) 3897-9696. Capacidade 100 lugares. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Entrada franca. Retirar o convite no local com uma hora de antecedência. Informações: (11) 3159-1822.

 

 

 

 

 Assessoria de Imprensa

Amália Pereira - MTB: 28545 

(11) 3159-1822 / (11) 9762-5340

amaliapereira@terra.com.br    

 

http://teatrokaus.blogspot.com/

 

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